Os Pilares Da Gestão De Resíduos Sólidos Do Setor

OS PILARES DA
GESTÃO DE RESÍDUOS
SÓLIDOS DO SETOR

Fabricantes de celulose e papel adotam diferentes estratégias para
otimizar a geração e o reaproveitamento dos resíduos resultantes
de suas etapas fabris e registram melhorias contínuas rumo à
meta de zerar a destinação a aterros industriais


Disposta a se posicionar não só como protagonista, mas como propulsora da bioeconomia circular, a indústria de base florestal já apresenta exemplos práticos e bem-sucedidos de como otimizar o uso de recursos naturais e buscar um fechamento crescente do ciclo produtivo ao fabricar um portfólio reciclável e renovável, com potencial de crescimento ainda a ser amplamente explorado. A atuação em linha com os conceitos de sustentabilidade é resultado de esforços e investimentos contínuos em incrementos diversos nas muitas etapas que compõem o seu processo fabril.
Entre os avanços conquistados por essa conduta proativa, destacam-se melhorias
no tratamento e destinação de resíduos sólidos industriais. As metas de minimizar
a geração e aumentar o índice de reciclagem dos resíduos resultantes da fabricação de celulose e papel, na verdade,refletem um trabalho que se desenrola há anos e segue em andamento, sempre em busca de mais aprimoramento.

De forma geral, extrapolando as práticas do setor à indústria nacional como
um todo, o esforço em prol de uma conduta mais adequada, que atenda aos três
aspectos (econômico, social e ambiental) que formam o tripé da sustentabilidade, ganhou força nas últimas duas décadas, período em que a conscientização a respeito dos impactos ambientais acarretados pelas atividades humanas cresceu exponencialmente. 

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Caroline Martin
Jornalista com 17 anos de experiência, sendo 6 deles em redação e 11 como freelancer. Formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo, teve o seu desenvolvimento profissional focado em redação e edição de conteúdos para editorias variadas de veículos impressos e online. O contato com a indústria de celulose e papel teve início em 2010, quando começou a atuar como repórter da revista O Papel, publicação mensal da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), que hoje circula nas versões impressa e digital. Desde então, produz reportagens técnicas relacionadas à cadeia produtiva do setor, incluindo análises de mercado, inovações tecnológicas e perfis profissionais. Em 2015, foi vencedora do Prêmio Especialistas — Categoria Papel e Celulose, promovido pela revista Negócios da Comunicação.

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