Douglas Dalmasi assume a Presidência do Conselho de Administração da Empapel - Associação Brasileira de Embalagens em Papel - no lugar de Gabriella Michelucci. Depois de quase 40 anos de dedicação ao setor, como executiva da Klabin, e de...
Uma empresa competitiva é aquela capaz de entregar produtividade com eficiência. Ou seja, aquela que presta algum tipo de serviço ou oferece um produto e tem um valor percebido pelos seus clientes maior do que os custos e gastos...
A Suzano prevê investir R$ 14,6 bilhões em 2024. No ano em que completa 100 anos, a companhia concluirá também a construção de uma nova fábrica de celulose, no município de Ribas do Rio Pardo (MS). Com conclusão prevista...
Como fato relevante ao mercado, a companhia divulgou as projeções de investimentos com R$ 4,5 bilhões destinados à silvicultura, continuidade operacional, projetos especiais, a nova caldeira de Monte Alegre e aportes ainda previstos ao Puma II
A coluna Estratégia e Gestão destaca o Resultado Econômico dos setores industriais brasileiros que utilizam madeira como matéria-prima. A Indústria de Desdobro de Madeira mostra crescimento consistente em faturamento e custos
O Brasil registrou alta da produção industrial na passagem de setembro para outubro de 2023. De acordo com a Sondagem Industrial, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o indicador de evolução da produção da indústria ficou em 50,9 pontos,...
Conforme relatório da Ibá, setor teve receita de R$ 260 bilhões, 6,3% superior a 2022. As empresas de base florestal produziram 25 milhões de toneladas de celulose, 11 milhões de toneladas de papel e 8,5 milhões de m³ de painéis de madeira
A Arauco conquistou o Selo Clima Paraná em reconhecimento aos seus esforços na promoção da sustentabilidade, concedida pelo Governo do Paraná às empresas que adotam e divulgam medidas de combate às mudanças climáticas
A Melhoramentos chega ao terceiro trimestre do ano com aumento de 34% no EBITDA em relação ao trimestre anterior, totalizando no período R$ 19,5 milhões
Novas barreiras nos EUA expõem a dependência comercial do setor e mostram que competir melhor exige negociar lá fora e reduzir a “autotaxação” no Brasil.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.