Bracelpa anunciou os resultados da indústria de celulose e papel de 2010 com otimismo para o próximo ano, mas fez alerta sobre desafios da cadeia a serem superados
Em encontro com a imprensa em 24 de novembro, executivos falaram sobre as perspectivas de negócios para os próximos anos e avaliaram o reflexo do cenário econômico nacional às indústrias
Em vez de sacolas plásticas, o papel deverá ser a matéria-prima das embalagens de transporte de compras nos supermercados, em atendimento à demanda do consumidor pelos produtos ambientalmente corretos. Depois de alguns municípios aprovarem leis em prol das embalagens de papel, setor e empresários da rede varejista se unem para normalizar a produção de sacos e sacolas de papel junto à ABNT
Gigante do setor papeleiro atribuiu os resultados positivos do terceiro trimestre do ano e a fixação dos novos recordes em volume de vendas à recuperação do setor, com aposta no mercado
interno e confiança na economia brasileira
Unidade industrial é anunciada pela KM como parte de seu plano de se tornar uma das cinco maiores produtoras de artefatos de papel reciclados do Brasil nos próximos anos
Os dados de desempenho do setor no primeiro semestre de 2010 reforçam a tendência de recuperação da receita de exportações – que registrou crescimento de 44,9% na comparação com os resultados do mesmo período de 2009 – e do aumento da demanda por celulose e papel brasileiros nos mercados mais impactados pela crise financeira internacional. Até junho, o saldo comercial do setor somou US$ 2,49 bilhões.
A indústria de celulose e papel encerra os primeiros cinco meses de 2010 com crescimento de 45,7% na receita de exportações, movimento que reflete a retomada da atividade econômica e do consumo globalmente. O destaque é para a receita das vendas em tradicionais mercados do setor – tais como a Europa e a América do Norte – que, até o momento, não tinham recuperado o mesmo patamar de compras de antes da crise.
Grupo Penha completa 65 anos com 360 mil toneladas anuais de capacidade em embalagens de papelão ondulado, mais de dez unidades e investimentos que marcaram sua expansão e integração industrial.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.