Conceitos como consumo consciente e reciclagem ganharam força nos últimos
anos. Apesar do reconhecido papel dos ref lorestamentos das indústrias de celulose para o sequestro de carbono da atmosfera e da sustentabilidade dos processos baseados em fibra virgem, o desenvolvimento de tecnologias para a fabricação de um papel reciclado com mais qualidade e máximo aproveitamento
das fibras disponíveis torna-se cada vez mais valorizado.
A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, realizada em dezembro na Dinamarca, ganhou espaço na imprensa e na agenda política
mundial, evidenciando a tendência de as relações de consumo se focarem
cada vez mais na capacidade das indústrias de preparar-se para reaproveitar
seus produtos. No caso do papel, além de buscar soluções amigáveis ao meio ambiente, os recicladores precisam ter cuidado com a seleção de materiais (que não podem conter certos contaminantes), a limpeza de equipamentos e o maior reaproveitamento de fibras, entre outros desafios. “Contrariando a percepção pública, produzir papel a partir de material de fibras já utilizadas e obter qualidade comparável à dos produtos de fibra virgem requer uma grande tecnologia e conhecimento de processo”, ressalta Song Won Park, coordenador de Tecnologia de Celulose e Papel na Escola de Engenharia da Universidade de São Paulo (USP).
* Leia a reportagem completa no PDF
anos. Apesar do reconhecido papel dos ref lorestamentos das indústrias de celulose para o sequestro de carbono da atmosfera e da sustentabilidade dos processos baseados em fibra virgem, o desenvolvimento de tecnologias para a fabricação de um papel reciclado com mais qualidade e máximo aproveitamento
das fibras disponíveis torna-se cada vez mais valorizado.
A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, realizada em dezembro na Dinamarca, ganhou espaço na imprensa e na agenda política
mundial, evidenciando a tendência de as relações de consumo se focarem
cada vez mais na capacidade das indústrias de preparar-se para reaproveitar
seus produtos. No caso do papel, além de buscar soluções amigáveis ao meio ambiente, os recicladores precisam ter cuidado com a seleção de materiais (que não podem conter certos contaminantes), a limpeza de equipamentos e o maior reaproveitamento de fibras, entre outros desafios. “Contrariando a percepção pública, produzir papel a partir de material de fibras já utilizadas e obter qualidade comparável à dos produtos de fibra virgem requer uma grande tecnologia e conhecimento de processo”, ressalta Song Won Park, coordenador de Tecnologia de Celulose e Papel na Escola de Engenharia da Universidade de São Paulo (USP).
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