Transformações nas empresas são eventos comuns no mundo dos negócios, usualmente como resposta a desafios competitivos que se apresentam no contexto em que atuam. Quase que numa lógica darwiniana, os mais fortes e adaptáveis sobrevivem em ambientes concorridos, desafiadores e mutantes.
Foram 20 anos de espera desde que os primeiros eucaliptos foram plantados. Entre 2006 e o ano passado, mais de 10 mil homens passaram pelas obras e a quantia de US$ 1,8 bilhão foi investida pela Votorantim Celulose e Papel (VCP) e pela International Paper (IP). Objetivo: 1,3 milhão de toneladas de celulose por ano e 200 mil toneladas de papel de imprimir/escrever.
Uma pesquisa publicada em março pela consultoria Deloitte apontou que, das 259 empresas brasileiras consultadas, 86% estavam ou já estiveram envolvidas em algum processo de reorganização.
Investimentos em equipamentos e no fechamento de circuitos muitas vezes não se pagam, mas as companhias do setor acreditam que devem preocupar-se com o meio ambiente e pensar no futuro, quando a água poderá não ser mais tão acessível
"Meu interesse está no futuro porque, nele, passarei o resto da minha vida."
Charles Franklin Kettering (1876-1958), fundador da Delco e VP da General Motors Research Corporation
Após oito meses consecutivos de queda dos preços internacionais de celulose e papéis, ocorreu, em abril, um cenário misto, no qual os preços da celulose apresentaram alta na China, mas queda nos Estados Unidos e no Brasil.
Enquanto a celulose brasileira de eucalipto é, disparada, a mais competitiva do mundo, o papel fabricado no País ainda enfrenta desafios que vão além da infraestrutura interna e da qualidade técnica, como o amadurecimento de mercados no exterior e a consolidação de empresas
Em 2007, o mercado de tecnologias ambientalmente corretas alcançou a marca de US$ 17 bilhões no País, segundo a pesquisa Tecnologias Sustentáveis no Brasil, conduzida pela consultoria alemã Roland Berger.
O fechamento do primeiro trimestre de 2009 confirmou os principais obstáculos a serem superados pelos produtores de celulose e papel diante da crise internacional: diminuição de demanda dos principais mercados de celulose, preços em queda, menor produção de papel e pouco crédito disponível no mercado.
Diante do atual cenário da economia mundial, a Bracelpa ainda não tem elementos suficientes para apresentar previsões relativas ao setor de celulose e papel do País em 2009, principalmente porque os níveis de estoques mundiais e nacionais de celulose continuam muito altos e os mercados ainda estão muito instáveis, o que interfere na comercialização de fibra e também no consumo de papel.
Empresas e organizações não governamentais investem na recuperação de um dos mais belos biomas do País – a Mata Atlântica, quase totalmente devastada por diferentes ciclos econômicos que levaram à destruição de 93% de sua área original.
Paracel, primeira fábrica de celulose do Paraguai, tem 191.809 créditos de carbono aprovados e avança com obras do polo industrial e acordo com a Sudati.
A produção brasileira de celulose bateu recorde de 29,4 milhões de toneladas em 2025, enquanto as exportações chegaram a 20,7 milhões de toneladas, segundo o Relatório Anual 2026 da Ibá.
Rede Conecta, avanços em inteligência artificial na manutenção, pesquisas em biorrefinaria e celulose e iniciativas de formação profissional estiveram entre os destaques
O ABTCP 2026 reuniu profissionais e especialistas em uma programação marcada por discussões sobre competitividade, inovação, transformação digital, sustentabilidade e eficiência industrial
A embalagem de transporte no padrão 600x400 surge como o novo padrão ideal para o transporte de produtos hortifrutícolas, alinhando-se às práticas modernas e promovendo eficiência e higiene no setor.