Expansão recente da capacidade instalada e da base florestal brasileira confirma
que o setor segue encontrando no país condições para crescer de forma sustentável
Acordo não altera acesso da fibra brasileira ao mercado europeu, mas fortalece ambiente institucional, reduz barreiras administrativas e estimula modernização industrial.
Sexto produto mais exportado do Brasil para a União Europeia, a celulose tende a se beneficiar da abertura comercial contida no acordo, mas ratificação ainda enfrenta desafios
Estudo aponta avanços, desafios e oportunidades para alcançar meta global de financiamento climático e o papel dos bancos multilaterais e a importância da atração de capital privado e em políticas públicas nacionais
Apesar da queda de 22% no preço da celulose e menor geração de caixa, empresa mantém EBITDA em linha com o esperado e melhora desempenho de papel e embalagens.
Novas barreiras nos EUA expõem a dependência comercial do setor e mostram que competir melhor exige negociar lá fora e reduzir a “autotaxação” no Brasil.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.