Em um cenário de instabilidade dos preços do petróleo e busca crescente por alternativas sustentáveis para manter o crescimento econômico, cada vez mais os biocombustíveis despontam como solução lucrativa e limpa para os desafios da geração de energia no mundo todo. O Brasil tem vocação no segmento, com sua grande extensão de terras cultiváveis e a produção em larga escala de etanol a partir da cana-de-açúcar.
O mercado brasileiro prepara-se para uma demanda cada vez maior por produtos de papéis reciclados. Com leis federais sendo propostas e um projeto de norma em andamento, a expectativa é de que mais empresas e também o poder público passem a investir nesse segmento.
Desde 2006, o Conama já tem uma resolução específica que limita as emissões de fontes fixas novas. Agora, um grupo de trabalho estuda como ficarão os parâmetros para as fontes já existentes, que deverão ser aprovados nos próximos meses e podem exigir que muitas empresas do setor invistam em novas caldeiras e equipamentos.
Inovação ocorre apenas quando o conhecimento existente, seja de cunho técnico, tecnológico, de gestão ou o que quer que seja, é utilizado para a geração de aplicações úteis para a sociedade, e, por consequência, numa lógica capitalista, com geração de ganhos financeiros para alguém.
Transformações nas empresas são eventos comuns no mundo dos negócios, usualmente como resposta a desafios competitivos que se apresentam no contexto em que atuam. Quase que numa lógica darwiniana, os mais fortes e adaptáveis sobrevivem em ambientes concorridos, desafiadores e mutantes.
Foram 20 anos de espera desde que os primeiros eucaliptos foram plantados. Entre 2006 e o ano passado, mais de 10 mil homens passaram pelas obras e a quantia de US$ 1,8 bilhão foi investida pela Votorantim Celulose e Papel (VCP) e pela International Paper (IP). Objetivo: 1,3 milhão de toneladas de celulose por ano e 200 mil toneladas de papel de imprimir/escrever.
Investimentos em equipamentos e no fechamento de circuitos muitas vezes não se pagam, mas as companhias do setor acreditam que devem preocupar-se com o meio ambiente e pensar no futuro, quando a água poderá não ser mais tão acessível
A adoção das ferramentas da qualidade total e dos sistemas de gestão baseados no Balanced Scorecard tornaram comum o uso de indicadores de desempenho nas empresas. A utilização de métricas é benéfica, por facilitar o estabelecimento de metas objetivas e por permitir que a eficácia das soluções escolhidas seja avaliada quantitativamente, o que resulta em maior competitividade e lucratividade.
Enquanto a celulose brasileira de eucalipto é, disparada, a mais competitiva do mundo, o papel fabricado no País ainda enfrenta desafios que vão além da infraestrutura interna e da qualidade técnica, como o amadurecimento de mercados no exterior e a consolidação de empresas
Em 2007, o mercado de tecnologias ambientalmente corretas alcançou a marca de US$ 17 bilhões no País, segundo a pesquisa Tecnologias Sustentáveis no Brasil, conduzida pela consultoria alemã Roland Berger.
O projeto de expansão foi além da compra de uma nova máquina de papel e envolveu também toda a reestruturação da planta, incluindo nova linha de preparo de madeira, novas caldeiras de biomassa e recuperação, sistema de ultrafiltração e unificação de controles, num investimento de R$ 2,2 bilhões
Paracel, primeira fábrica de celulose do Paraguai, tem 191.809 créditos de carbono aprovados e avança com obras do polo industrial e acordo com a Sudati.
A produção brasileira de celulose bateu recorde de 29,4 milhões de toneladas em 2025, enquanto as exportações chegaram a 20,7 milhões de toneladas, segundo o Relatório Anual 2026 da Ibá.
Rede Conecta, avanços em inteligência artificial na manutenção, pesquisas em biorrefinaria e celulose e iniciativas de formação profissional estiveram entre os destaques
O ABTCP 2026 reuniu profissionais e especialistas em uma programação marcada por discussões sobre competitividade, inovação, transformação digital, sustentabilidade e eficiência industrial
A embalagem de transporte no padrão 600x400 surge como o novo padrão ideal para o transporte de produtos hortifrutícolas, alinhando-se às práticas modernas e promovendo eficiência e higiene no setor.