Com os resultados do primeiro semestre de 2009, o setor de celulose e papel já consegue fazer um diagnóstico dos efeitos da crise financeira internacional e voltar a planejar o futuro.
O mercado brasileiro prepara-se para uma demanda cada vez maior por produtos de papéis reciclados. Com leis federais sendo propostas e um projeto de norma em andamento, a expectativa é de que mais empresas e também o poder público passem a investir nesse segmento.
Inovação ocorre apenas quando o conhecimento existente, seja de cunho técnico, tecnológico, de gestão ou o que quer que seja, é utilizado para a geração de aplicações úteis para a sociedade, e, por consequência, numa lógica capitalista, com geração de ganhos financeiros para alguém.
O desenvolvimento da indústria de papel e celulose russa tem apresentado diferentes fases nas últimas décadas. Apesar dos percalços de uma economia planejada, a URSS deteve a quarta posição mundial em produção de papel e papelão, respondendo por 5,2% da produção global desses produtos há vinte e cinco anos.
Transformações nas empresas são eventos comuns no mundo dos negócios, usualmente como resposta a desafios competitivos que se apresentam no contexto em que atuam. Quase que numa lógica darwiniana, os mais fortes e adaptáveis sobrevivem em ambientes concorridos, desafiadores e mutantes.
Foram 20 anos de espera desde que os primeiros eucaliptos foram plantados. Entre 2006 e o ano passado, mais de 10 mil homens passaram pelas obras e a quantia de US$ 1,8 bilhão foi investida pela Votorantim Celulose e Papel (VCP) e pela International Paper (IP). Objetivo: 1,3 milhão de toneladas de celulose por ano e 200 mil toneladas de papel de imprimir/escrever.
Uma pesquisa publicada em março pela consultoria Deloitte apontou que, das 259 empresas brasileiras consultadas, 86% estavam ou já estiveram envolvidas em algum processo de reorganização.
Investimentos em equipamentos e no fechamento de circuitos muitas vezes não se pagam, mas as companhias do setor acreditam que devem preocupar-se com o meio ambiente e pensar no futuro, quando a água poderá não ser mais tão acessível
"Meu interesse está no futuro porque, nele, passarei o resto da minha vida."
Charles Franklin Kettering (1876-1958), fundador da Delco e VP da General Motors Research Corporation
Após oito meses consecutivos de queda dos preços internacionais de celulose e papéis, ocorreu, em abril, um cenário misto, no qual os preços da celulose apresentaram alta na China, mas queda nos Estados Unidos e no Brasil.
Enquanto a celulose brasileira de eucalipto é, disparada, a mais competitiva do mundo, o papel fabricado no País ainda enfrenta desafios que vão além da infraestrutura interna e da qualidade técnica, como o amadurecimento de mercados no exterior e a consolidação de empresas
O reconhecimento, concedido pelos principais analistas de investimento da região, destaca a liderança estratégica da Arauco em um período de transformação para a indústria florestal.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.
A embalagem de transporte no padrão 600x400 surge como o novo padrão ideal para o transporte de produtos hortifrutícolas, alinhando-se às práticas modernas e promovendo eficiência e higiene no setor.