Em 2007, o mercado de tecnologias ambientalmente corretas alcançou a marca de US$ 17 bilhões no País, segundo a pesquisa Tecnologias Sustentáveis no Brasil, conduzida pela consultoria alemã Roland Berger.
O fechamento do primeiro trimestre de 2009 confirmou os principais obstáculos a serem superados pelos produtores de celulose e papel diante da crise internacional: diminuição de demanda dos principais mercados de celulose, preços em queda, menor produção de papel e pouco crédito disponível no mercado.
A área de Recursos Humanos, talvez por influência da legislação trabalhista complexa e mutável com a qual as empresas têm convivido, tem sido apenas uma área operacional das organizações. Agora, devido à importância do conhecimento, associado às pessoas em todos os níveis e não apenas nos escalões mais elevados, há um movimento para a adoção do chamado RH estratégico.
Diante do atual cenário da economia mundial, a Bracelpa ainda não tem elementos suficientes para apresentar previsões relativas ao setor de celulose e papel do País em 2009, principalmente porque os níveis de estoques mundiais e nacionais de celulose continuam muito altos e os mercados ainda estão muito instáveis, o que interfere na comercialização de fibra e também no consumo de papel.
Empresas e organizações não governamentais investem na recuperação de um dos mais belos biomas do País – a Mata Atlântica, quase totalmente devastada por diferentes ciclos econômicos que levaram à destruição de 93% de sua área original.
Fevereiro foi o sétimo mês consecutivo de queda dos preços internacionais da celulose. No entanto, as reduções não seguem no mesmo ritmo para esse produto entre as regiões, como o caso da celulose de fibra longa (NBSK), nem entre diferentes tipos de celuloses na mesma região, como no caso das celuloses de fibra longa e também curta (BHKP) na Europa.
Ao se fazer um balanço dos principais assuntos ligados ao setor de celulose e papel, em 2008, é possível afirmar que o período foi de importantes conquistas.
Uma das queixas mais constantes do setor industrial brasileiro refere-se à alta carga tributária, que, no Brasil, pressiona não só a produção, mas também os novos investimentos feitos no País.
O projeto de expansão foi além da compra de uma nova máquina de papel e envolveu também toda a reestruturação da planta, incluindo nova linha de preparo de madeira, novas caldeiras de biomassa e recuperação, sistema de ultrafiltração e unificação de controles, num investimento de R$ 2,2 bilhões
Um desafio para os gestores industriais é saber o quanto são confiáveis os resultados que estão obtendo e onde é mais conveniente alocar recursos e esforços para continuar melhorando. O objetivo deste texto é apresentar o Benchmarking ABTCP, onde são coletadas informações de desempenho de diversas empresas e, preservando o sigilo das fontes, são oferecidos relatórios em que os diversos indicadores são comparados, permitindo que as empresas se posicionem no ambiente competitivo. O trabalho inclui uma introdução ao benchmarking, descreve os indicadores padronizados e as vantagens decorrentes dessa padronização. Mostra, também, exemplos de resultados – informações úteis para o estabelecimento de metas de desempenho e para avaliação da estratégia operacional ou gerencial adotada – e de como a indústria de celulose e papel pode se beneficiar dessa ferramenta, que ainda é recente no país.
Apesar da crise mundial, que mudou perspectivas de balanço e provocou queda na demanda e no preço da celulose, o setor conseguiu alcançar sua principal meta de 2008
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.
A embalagem de transporte no padrão 600x400 surge como o novo padrão ideal para o transporte de produtos hortifrutícolas, alinhando-se às práticas modernas e promovendo eficiência e higiene no setor.