Nos próximos anos, diversos setores irão suportar o crescimento econômico da região Sudeste, dentre os quais o de celulose e papel. Diante de tantos desafios, O Papel conversou com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, sobre o que terá de ser feito para ganhar competitividade e encerrar 2010 conforme as expectativas apresentadas nesse caminho de sustentação do crescimento.
"A recessão econômica no Brasil foi a menor do mundo; durou apenas cinco meses", segundo o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Para ele, boa parte das medidas tomadas antes da crise contribuiu para reverter a situação, e hoje as reservas do Brasil já somam US$ 244 bilhões, ou seja, estão US$ 40 bilhões acima do patamar pré-crise.
os preços médios da tonelada de celulose de fibra longa (NBSK) nos Estados Unidos e na Europa voltaram aos patamares de meados de 2008, ou seja, anteriores à crise financeira do segundo semestre de 2008 e do primeiro trimestre de 2009.
O sul da Bahia já tem exemplos de sucesso,
como as fábricas da Veracel e da Suzano. Agora,
os Estados ao norte, como Maranhão e Piauí, entram no foco do setor, com pelo menos duas novas fábricas de celulose prometidas para a região nos próximos cinco anos
Há exatamente um ano, quando fizemos a primeira avaliação da crise financeira internacional, afirmamos que o setor de celulose e papel do Brasil estava estruturado para, em 2009 e nos anos subsequentes, prosseguir na sua consolidação como um dos principais players desse mercado. Acreditávamos que seria possível enfrentar a conjuntura provocada pela instabilidade da economia mundial, graças à reconhecida competitividade e produtividade das empresas.
As vendas da celulose brasileira em 2009 já são 5,2% superiores às de 2008 no acumulado de janeiro a outubro. Um ano após a maior crise financeira das últimas décadas, esse dado, embora pareça positivo, ainda não basta para garantir estabilidade aos fabricantes do setor de celulose e papel. O vilão desta vez foi o câmbio, cuja taxa variou de forma abrupta no período e diminuiu em 20% os ganhos dos exportadores.
Há pouco mais de um ano, executivos e profissionais do setor tentavam definir durante o ABTCP 2008 o que era a crise econômica mundial e suas consequências tanto para o setor de celulose e papel quanto para o Brasil....
O modelo atual de produção de papel no Brasil é competitivo frente ao mercado internacional? Partindo desta questão, os membros da Comissão Técnica de Papel da ABTCP realizaram uma série de encontros e debates ao longo do ano sobre o futuro deste segmento. As principais conclusões foram apresentadas hoje na mesa-redonda sobre o tema durante o ABTCP-PI 2009.
Entre 26 e 29 de outubro acontece o maior evento do setor de papel e celulose do Brasil, o ABTCP-PI 2009. Confira aqui no site da Revista O Papel a agenda e destaques do dia e notícias destacando as atividades do...
Autores: Dorian L. Bachmann Caroline MachadoIntroduçãoA ABTCP efetua um levantamento bienal de indicadores de fábricas e máquinas de papel para fornecer às indústrias referenciais de desempenho que auxiliem no estabelecimento de metas e possam servir de benchmarks. Este...
A Província do Papel – um dos conglomerados mais inovadores da EuropaAutor: Anders ThorénA indústria de papel e celulose tem tradições de grande orgulho e longa data na Suécia, mais exatamente na província de Värmland. Por volta da metade...
Reciclagem da base em papel dos adesivos do álbum de figurinhas da Copa voltarão à cadeia produtiva por meio da parceria entre Natura, MD Papéis e Polpel
Iniciativa aproxima indústria e educação profissional para enfrentar o desafio da formação de mão de obra qualificada no Brasil e fortalecer a competitividade do setor de celulose e papel
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.