As últimas inovações na indústria de celulose e papel. Palestras do ABTCP 2023 destacam sustentabilidade, circularidade e tecnologias avançadas nas Sessões Técnicas
Com foco na inovação, balanço do ABTCP 2023 foi positivo, recebendo 500 especialistas para discutir tendências e as ações da indústria para mudar o futuro
A MP28 faz parte
da segunda fase do Projeto Puma II, que envolveu um investimento recorde de R$ 12,9
bilhões e aumentará a capacidade produtiva da empresa para 4,7 milhões de toneladas
Participe do 18º Encontro de Operadores de Caldeira de Recuperação e do 5º Encontro de Operadores de Caldeira de Força! A ser realizado nos dias 22 e 23 de novembro de 2023, em SUZANO MUCURI.
Neste episódio do Podcast ABTCP Revista O Papel em Minutos, edição de agosto, destacamos a reportagem de capa deste mês, que apresenta o progresso e a inovação no setor pela Klabin e sua Máquina de Papel 28 (MP28). Trata-se de uma verdadeira maravilha tecnológica que não apenas impressiona com sua capacidade produtiva de 460 mil toneladas anuais, mas também abre portas para a fabricação versátil de papelcartão, white top liner e...
Segundo a Global Water Intelligence (GWI) (https://www.globalwaterintel.com/), referência mundial no setor de água, a América Latina vive um momento decisivo em termos de sustentabilidade e produção de energia limpa, com rápido crescimento nos mercados de dessalinização, reuso de água e hidrogênio verde...
Ferramenta inteligente para os Sopradores de Fuligem da Caldeira de Recuperação da fábrica é
50% mais eficiente que o sistema anterior e economiza até 432 toneladas de vapor por dia
Em 29 de junho foi realizada a terceira edição do Webinar “Embalagem de papel, a escolha
natural”, organizada por Empapel, Ibá e Two Sides. Com o tema “Tecnologia e inovação a
serviço da sustentabilidade”, os palestrantes, do Brasil e Europa falaram sobre as novas
tendências para embalagens de papel.
Frentes de pesquisas atuais desmembram-se entre métodos de
obtenção, segurança acerca do uso e particularidades práticas
de cada mercado já existente e em potencial
Novas barreiras nos EUA expõem a dependência comercial do setor e mostram que competir melhor exige negociar lá fora e reduzir a “autotaxação” no Brasil.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.