Turbulência econômica, conflitos geopolíticos, aumento dos custos de exportação e caos logístico são alguns dos pontos críticos que devemos enfrentar este ano.
Novas barreiras nos EUA expõem a dependência comercial do setor e mostram que competir melhor exige negociar lá fora e reduzir a “autotaxação” no Brasil.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.