Crescimento histórico - O Boletim Estatístico Mensal da EMPAPEL apontou que o Índice Brasileiro de Papelão Ondulado (IBPO) avançou 4,8% em novembro último, na comparação com o mesmo mês de 2022, para 155,5 pontos (2005=100).
O que influenciou a queda nas importações de papelão e a demanda de embalagens em toda a América Latina em 2023? Rafael Barisauskas, economista para América Latina na Fastmarkets, responde às questões neste artigo que marca a retomada da coluna na revista O Papel.
Antonio Lemos, Presidente da Voith Paper na América do Sul , fala sobre as tendências e cenários na indústria brasileira para o ano de 2024, como a bitributação no comércio exterior
A Suzano prevê investir R$ 14,6 bilhões em 2024. No ano em que completa 100 anos, a companhia concluirá também a construção de uma nova fábrica de celulose, no município de Ribas do Rio Pardo (MS). Com conclusão prevista...
Como fato relevante ao mercado, a companhia divulgou as projeções de investimentos com R$ 4,5 bilhões destinados à silvicultura, continuidade operacional, projetos especiais, a nova caldeira de Monte Alegre e aportes ainda previstos ao Puma II
A coluna Estratégia e Gestão destaca o Resultado Econômico dos setores industriais brasileiros que utilizam madeira como matéria-prima. A Indústria de Desdobro de Madeira mostra crescimento consistente em faturamento e custos
A Europa e a China registram aumentos nos preços da celulose em dólar. Indícios apontam estabilidade nos EUA, indicando o fim da baixa de preços de set/2022 a ago/2023. Mercados de papéis mostram variações mistas em out/nov. No Brasil, papéis cartão estáveis, papéis miolo e kraftliner aumentam levemente, papel capa reciclada diminui.
Conforme relatório da Ibá, setor teve receita de R$ 260 bilhões, 6,3% superior a 2022. As empresas de base florestal produziram 25 milhões de toneladas de celulose, 11 milhões de toneladas de papel e 8,5 milhões de m³ de painéis de madeira
Novas barreiras nos EUA expõem a dependência comercial do setor e mostram que competir melhor exige negociar lá fora e reduzir a “autotaxação” no Brasil.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.