O artigo analisa os impactos de acordos comerciais, EUDR, tarifas americanas e concorrência chinesa sobre a indústria florestal brasileira, destacando desafios e oportunidades para os setores de celulose, papel e madeira.
A coluna aborda a evolução do Índice de Confiança do Empresário Industrial, analisando as percepções sobre economia e empresas na indústria de transformação e no setor de celulose e papel.
A análise compara indicadores da CNI para Celulose e Papel, Móveis, Produtos de Madeira e Transformação, mostrando perda de dinamismo, retração em segmentos específicos e sinais de desaceleração da atividade industrial.
Essa reorganização das cadeias produtivas – impulsionada pela união de operações sinérgicas e pela busca incansável por suprimentos resilientes – está definindo quem realmente terá escala e margem nos próximos anos
Quem terminou 2025 no topo não foi quem teve sorte com o câmbio ou com a chuva, mas quem já vinha construindo uma gestão robusta e estratégia de longo prazo
Grupo Penha completa 65 anos com 360 mil toneladas anuais de capacidade em embalagens de papelão ondulado, mais de dez unidades e investimentos que marcaram sua expansão e integração industrial.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.