A análise compara indicadores da CNI para Celulose e Papel, Móveis, Produtos de Madeira e Transformação, mostrando perda de dinamismo, retração em segmentos específicos e sinais de desaceleração da atividade industrial.
Essa reorganização das cadeias produtivas – impulsionada pela união de operações sinérgicas e pela busca incansável por suprimentos resilientes – está definindo quem realmente terá escala e margem nos próximos anos
Quem terminou 2025 no topo não foi quem teve sorte com o câmbio ou com a chuva, mas quem já vinha construindo uma gestão robusta e estratégia de longo prazo
A agenda estratégica das empresas do setor de celulose e papel para 2025 destaca a necessidade de equilíbrio entre inovação, eficiência operacional e responsabilidade social
Novas barreiras nos EUA expõem a dependência comercial do setor e mostram que competir melhor exige negociar lá fora e reduzir a “autotaxação” no Brasil.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.