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    Um vislumbre do futuro que queremos

    POR RENATA STRINGUETA NISHIO Diretora de Assuntos Corporativos da Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ)

    O recém-lançado Relatório Anual da Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ) de 2023 apresenta a
    trajetória de um setor que demonstra, ano a ano, que a aliança entre fortes resultados econômicos e
    um compromisso inegociável com a preservação da natureza guia a nova economia verde. Se a comprovada sustentabilidade das cadeias produtivas é o passaporte em direção ao futuro, o setor de árvores cultivadas para fins industriais pode oferecer valiosas lições. Como demonstra o Relatório, o setor já planta em 9,94 milhões de hectares, expandindo-se sobre áreas previamente antropizadas, substituindo pastos de baixa produtividade por plantios de árvores que sequestram carbono da atmosfera ao longo de seu crescimento.

    Pela via da bioeconomia, essas árvores dão origem a mais de 5 mil produtos, de origem renovável e biodegradáveis, capazes de substituir aqueles de origem fóssil. O documento também revela que o setor já conserva 6,73 milhões de hectares de mata nativa, uma área maior que o estado do Rio de Janeiro. Nessas áreas, reside uma biodiversidade de mais de 8 mil espécies de animais e plantas, muitas delas ameaçadas, e que encontraram condições para prosperar nas áreas do setor.

    As empresas de base florestal já entendem a sinérgica relação entre a preservação da natureza e a manutenção de serviços ecossistêmicos dos quais dependem as áreas de plantio. Há décadas, o setor adota técnicas internacionalmente reconhecidas de manejo sustentável em mosaico florestal, que integram a vegetação nativa e os cultivos produtivos, beneficiando a regulação do fluxo hídrico e criando corredores florestais propícios à biodiversidade.

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    Falando em responsabilidade, este é um setor que começou a adotar certificações voluntárias há quase 30 anos, como outra ferramenta para garantir o compromisso com a natureza e as pessoas ao longo de toda cadeia produtiva. Órgãos independentes e mundialmente respeitados, como o FSC e o PEFC, certificam as áreas florestais e seus produtos, avaliando uma série de critérios que abrangem as relações com as comunidades, colaboradores, o cuidado com o meio ambiente, entre muitos outros. O novo Relatório da IBÁ revela que, em 2022, as áreas certificadas do setor somaram 9,1 milhões de hectares, um aumento de 29% com relação ao ano anterior.

    Provando que o compromisso socioambiental pode andar de mãos dadas com fortes resultados econômicos, o setor obteve uma receita recorde de R$ 260 bilhões em 2022. Tal resultado também é explicado pelos impressionantes números de produção: 25 milhões de toneladas de celulose, 11 milhões de toneladas de papel e 8,5 milhões de m³ de painéis de madeira.

    Também consolidamos nossa liderança mundial como exportadores de celulose, abastecendo o mercado internacional com 19,1 milhões de toneladas, e a vice-liderança em exportações de papel, com 2,5 milhões de toneladas. No todo, o setor trouxe divisas na ordem dos US$ 14,3 bilhões ao País. Os números também se refletem no desenvolvimento socioeconômico que o setor impulsiona nos municípios onde está presente, gerando 2,6 milhões de empregos diretos e indiretos em todo o Brasil.

    Leia o artigo na íntegra no PDF.

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